Mulheres conquistam espaço na operação portuária

Uma atividade historicamente masculina, a operação portuária tem demonstrado avanços no que se refere à crescente participação de mulheres que acompanha a modernização do setor e novas oportunidades de desenvolvimento profissional.

Na Embraport, novo terminal portuário privado instalado na margem esquerda do Porto de Santos (SP), atuam hoje cerca de 30 mulheres, que exercem funções operacionais estratégicas, entre elas o planejamento e monitoramento das operações, controle de gates, vistoria e conferência de cargas e a operação de equipamentos de grande, médio e pequeno portes, atividades antes consideradas exclusivamente masculinas.

Fabiana do Nascimento Almeida, a primeira mulher contratada pela Embraport para operação de equipamentos pesados, é um exemplo desta transformação no mercado de trabalho de Santos. Atualmente, Fabiana é operadora de RTG ou transtêiner, equipamento utilizado para movimentar contêineres de até 41 toneladas no pátio de armazenagem. Sua função envolve a organização das cargas no pátio, assim como a colocação e retirada das cargas nos caminhões que acessam diariamente o Terminal.
A operadora está na empresa desde abril deste ano e fezparte do Programa Novos Operadores, treinamento que preparou profissionais para o início das operações no Terminal da DP World em Callao, no Peru, um dos acionistas da Embraport. Divididos em três turmas, 50 profissionais passaram 20 dias no Peru participando de treinamentos teóricos e práticos e observando de perto as atividades dos operadores daquele terminal.

O desempenho de Fabiana abriu as portas do terminal para outras mulheres. Ana Paula da Silva e Laudicéia do Nascimento, respectivamente operadoras de empilhadeira pequena e grande, são exemplos disso. Ana Paula foia segunda mulher a ingressar na operação da Embraport, econta que já havia tentado uma oportunidade em outras empresas da área portuária, mas sem resultados, pois a preferência era sempre masculina. “Na Embraport, vivenciei a preocupação da empresa em investir na capacitação das pessoas. Em pouco mais de seis meses de trabalho, participei de diversos treinamentos no terminal e hoje tenho mais de três certificados”.

Para Lenilton Jordão, gerente de Pessoas e Organização da Embraport, o crescimento da presença feminina no terminal é uma forma de valorizar a mulher pela sua capacidade de execução, pela flexibilidade para novos desafios e não pelo gênero, trazendo crescimento para a organização e para cidade de Santos . “Além de maior harmonia no ambiente de trabalho, percebemos características como paciência, disciplina e segurança entre as profissionais, valoresfundamentais para uma atividade de alto risco, como a operação portuária”, finaliza o executivo.

Sobre a Embraport

A Embraport (Empresa Brasileira de Terminais Portuários) é a responsável pela implantação e operação do mais novo terminal portuário privado do Brasil, na margem esquerda do Porto de Santos (SP). Com investimentos totais da ordem de R$ 2,3 bilhões, proporcionou a criação de mais de 700 empregos diretos e 1.500 indiretos. Seus principais acionistas são Odebrecht TransPort e DP World. Instalado em área estratégica com acesso por via marítima, rodoviária e ferroviária, em sua primeira fase o empreendimento conta com 653 metros de cais, 207 mil m² de pátio e capacidade de movimentação anual de 1,2 milhão de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). Mais informações no portal www.terminalembraport.com.br.

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Novembro de 2013